Coberturas ajardinadas

As coberturas ajardinadas apresentam vantagens ambientais, económicas e estéticas.

  • Desempenho térmico: pelo facto da vegetação interceptar a luz solar, no Verão sente-se menos calor no interior do edifício; no Inverno consegue-se manter a temperatura interna pois a camada de terra e vegetação serve como isolante.
  • Desempenho acústico: o solo tende a bloquear as frequências de som baixas enquanto que as plantas tendem a bloquear as frequências altas; assim também o conforto no interior do edifício aumenta.
  • Economia a longo prazo: havendo menos variações de temperatura no interior do edifício, os gastos em ventilação ou aquecimento serão menores.
  • Solução ecológica: contribui para a renovação do ar, diminuindo o nível de dióxido de carbono e aumentando o de oxigénio.
  • Estética do próprio edificio é diferente.

 

Desde a sua fundação, no início dos anos setenta, que a Sotecnisol executa sistemas de impermeabilização em coberturas ajardinadas, como foi o caso das coberturas da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa.

As coberturas ajardinadas, também designadas por coberturas verdes, não são um conceito recente, já que os primeiros registos surgem de civilizações muito antigas que se desenvolveram nas margens dos rios Tigre e Eufrates - os famosos jardins suspensos da Babilónia são um exemplo.

Mas só no século passado, época em que foram introduzidas novas técnicas construtivas, foi permitido o aumento de cargas nas coberturas, possibilitando um alargamento significativo da sua utilização, chegando a ser considerado pelo Arquiteto Le Corbusier como um dos cinco pontos fundamentais da nova arquitetura.

As coberturas verdes têm como grande vantagem os ganhos de eficiência energética.  É de salientar que a diferença de temperatura numa construção com cobertura verde, entre o exterior e o interior, poderá chegar aos 5ºC. De salientar ainda, que os sistemas de impermeabilização, quando protegidos por este tipo de coberturas, apresentam um aumento de vida útil considerável.

Poderemos ainda indicar vantagens estéticas, sendo fácil entender a sensação de conforto que nos é transmitida, provocando um efeito terapêutico reduzindo o stress.

O desempenho energético de uma cobertura ajardinada varia em função das características do edifício, nomeadamente da espessura do substrato a utilizar, e este em função do tipo de cobertura a executar. De uma forma geral, são reconhecidos três tipos de coberturas ajardinadas:

  • Coberturas extensivas, constituídas por uma espessura de substrato até cerca de 15cm com pequenos Sedums, flores campestres e plantas perenes.
  • Coberturas semi-intensivas, constituídas por uma espessura de substrato até cerca de 25cm, permitindo uma maior possibilidade de desenhos com várias gramíneas, herbáceos perenes e pequenos arbustos tais como a Alfazema.
  • Coberturas intensivas, constituídas por uma espessura de substrato mínima de 25 cm, permitindo além de arbustos a plantação de árvores, podendo ser utilizado como jardim convencional e chegando inclusive a ser possível construir lagos.

O investimento médio necessário numa cobertura verde varia de acordo com o mencionado anteriormente, ou seja, depende do sistema pretendido.

Quanto à sua manutenção, a cobertura extensiva tem uma baixa manutenção, pois a necessidade de irrigação é baixa o que permite ter também um custo muito reduzido.

As coberturas semi-intensivas necessitam de uma manutenção moderada, uma irrigação também moderada, sendo o seu custo de manutenção um pouco superior ao extensivo. A cobertura intensiva é aquela que requer uma manutenção intensiva e, portanto, apresenta custos mais elevados.

As condições a ter em conta quando desejamos ter uma cobertura ajardinados são basicamente duas: o cálculo estrutural para suportar o tipo de cobertura que pretendemos e a criação de um sistema de drenagem de águas pluviais/rega adequado ao pretendido.

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