Triagem de Resíduos

  • A evolução nos sistemas de tratamento e valorização de resíduos sólidos tem sido intensa na última década e a Sotecnisol Ambiente tem estado na linha de vanguarda, acompanhando de perto as inovações e sendo responsável pela introdução de muitas delas no território nacional. Uma das mais recentes é a triagem de resíduos de forma automática.

    Com recurso a sensores ópticos, tecnologia que tem permitido a diversos sistemas de tratamento e valorização de resíduos cumprir as metas impostas pela União Europeia e acompanhar, de forma sustentada, o crescimento da taxa de desvio dos resíduos de recolha selectiva, reduzindo desta forma a dependência dos combustíveis fósseis e aumentando o tempo de vida útil dos aterros sanitários.

    Estes sistemas permitem incrementar a taxa de separação no processo de triagem de resíduos e aumentar a qualidade dos materiais triados, com recurso a menos mão de obra e permitindo melhorar as condições de trabalho naqueles locais.

    Os equipamentos para triagem de resíduos poderão ser aplicados em estações de triagem de recolha selectiva, em centros de processamento de resíduos (recolha indiferenciada – compostagem, digestão anaeróbia, TMB, etc) e centrais de produção de CDR (Combustível Derivado de Resíduos – RDF).

    As triagens automáticas de resíduos baseiam-se em sensores ópticos que “filmam” os resíduos processados, identificando, com recurso às propriedades físicas e químicas de cada material (densidade, refracção, absorção, etc.) e, com recurso a um algoritmo espacio-temporal, os materiais são ejectados do tapete transportador, com recurso a válvulas de ar, sendo que em todo este processo, não é necessária qualquer intervenção humana. Um sistema de triagem de resíduos deste tipo consegue, numa área idêntica aos sistemas anteriormente utilizados, eficiências dez vezes superiores.

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